Criando suas habilidades especiais

Uma habilidade é uma característica que o personagem tem alem do normal. Podendo ser algo natural até uma manobra ativada por sua vontade.

Bem…vamos lá. Criar a uma habilidade é fácil….basta dizer : O mago pode disparar gelo pelos dedos…….

Agora criar uma habilidade JUSTA….isso é muito mais difícil.

Mas bem longe de impossível.

 

Primeira coisa. Opções novas para os personagens devem ser sempre levada em conta para todos.

Se determinado personagem recebe uma habilidade especial, algo do mesmo valor deve existir para os personagens que não receberam a habilidade. Simples assim. “Se ele ganhou isso eu também quero algo bom”. Continue lendo

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Mechas Imortais

O homem entrou olhando discretamente para os lados no bar.

Para a maioria nem mesmo notado.

Outros notaram que era precaução, pois estava entrando em um dos bares mais perigosos da região.

Poucos notaram que tinha medo de ser roubado, pois suas roupas indicavam uma situação monetária boa em um planeta onde todos eram pobres.

Um ou outro mais experiente notava um medo de algo especifico, ele era um homem com inimigos ou sabia que algo o aguardava.

E apenas para uma pessoa, Corpus, viu o que realmente significava seu olhar discreto para os lados. Ele sorriu a ver o homem entrando.

- Vamp, Lich, nosso cliente chegou. Continue lendo

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Tipos de Cenários

Tipos de cenários

Já falamos de estilos de cenários…e sim….eles são importante e BlaBlABla…

Agora está na hora divertida….a hora de falamos dos cenários mesmo!

Sinceramente não consegui pensar em um jeito de falar dos cenários sem literalmente ir listando eles e explicando….

Então: Que assim seja. Continue lendo

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Estilo do cenario

lá vamos nós de novo…

O Tempo de um cenario é importante. Cenario medievais são bem diferentes de cenarios no tempo atual ou cenarios no tempo futuristas… Mas tem algo ainda mais importante: O estilo do cenario.

Mas o cenario não define apenas os locais a visitar…ele também define o estilo da aventura…e isso é bom todos terem em mente desde o começo da aventura…

Um estilo do cenario não deixa de ser as “regras do mundo”…não…não estou falndo de leis aqui. Talvez exemplos ilustrem melhor:

Um cenario realista: ninguem tem magia ou algo sobrenatural, todos estão presos as coisas comuns, ficam doentes as vezes…simplesmente nada que é impossivel na vida real é possivel aqui. Continue lendo

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Aquil parte 2

Parte 2: E os problemas começam

O mesmo homem de antes. E como antes andava tranqüilo. Sua espada recuperada ainda aguardava na bainha.
Andava agora em uma mata fechada. As plantas se embarravam nele, os insetos rodopiavam sua cabeça, e algumas vezes ameaçavam entram em seu ouvido. Mas como sempre, ele andava pelo lugar, ansioso pela familiaridade do lugar. Dessa vez, carregava uma tocha para iluminar o caminho.
Próximo dele havia um elfo. Coberto de camuflagem no rosto e capuz verde, o vigia praticamente ficava invisível na mata. A mata era escura, mas olhos élficos tinham o poder de se adaptar a escuridão.
Sempre atento ao seu posto, pensou ter ouvido um barulho e treinado com era, sabia que não era uns dos sons comuns da floresta. Procurou sua fonte, que tinha certeza, ainda estava longe. Sua audição sempre detectava intrusos mais distantes que a mata permitia ver. Após alguns minutos, viu a luz de chamas se aproximando aos poucos. Não acreditava, o intruso praticamente desafiava a ele por vir tão obvio. Com um salto treinado, pulou pelas copas de arvores, apareceu próximo da tocha, ainda oculto pela mata da copa. Arco pronto.
Havia apenas uma tocha no chão. Ficou confuso por um instante. Começou a virar o rosto para procurar o intruso mas sentiu algo gelado garganta. Ficou estático.
Um lamina pronta para cortar seu pescoço. O viajante estava na copa da arvore, ao lado do vigia. Deu um passo para o lado para ser visto. Os olhos do vigia se tornaram medo. Pois ele conhecia o viajante.
- Só vim ver ela. – e guardou a espada.
O vigia fez uma reverencia e o guiou sem dizer uma palavra. Sentia-se um traidor em mostrar o caminho ao intruso. Fez isso para ser poupado. Continue lendo

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Passo 2.3 As medidas dos personagens

Certo…..até agora eu fui bem vago sobre as regras, apesar delas serem uma parte essencial em um RPG.

Então vamos lá, complicar um pouco as coisas! Por que acredite, jogar um bom RPG pode ser simples, CRIAR um sistema de RPG bom já é mais raro ser simples.

Começando, as regras teoricamente servem para “medir” a vida real. È isso que elas fazem, são os medidores de varias coisas, e juntando todas temos um sistema de RPG…quase um simulador de realidade.

Um simulador de realidade…mas não necessariamente nossa realidade. Então sempre mantenha em mente o estilo escolhido no primeiro passo ao pensar nas regras.

Ai vem uma lista com a maioria das “coisas á serem medidas”. Um sistema que tivesse regras para todas, seria com certeza complexo. Então mantenha em mente que para varias as medidas a resposta pode ser simplesmente: “é igual para todo mundo”. Ou “ medida junto com aquela outra”. Continue lendo

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Aquil parte 1

Prólogo

Um homem andava despreocupado pelos túneis da caverna. Os túneis eram escuros, pareciam ter sido escavados por seres primitivos, feitos como esconderijo para algo que ninguém devesse ver. O caminho era longo e mudava de direção sem sentido, criando um pequeno labirinto para quem fosse tentar chegar a seu fim. Apesar disso, durante toda extensão dos túneis havia tochas acesas em suas paredes, iluminando o local, quase como se desafia-se a tentarem explorá-la.  O homem andava no local como fosse seu próprio lar.

Depois de alguns túneis e passagens ele encontrou o corpo de uma aranha morta. A aranha era enorme, bem maior que o homem, seu ferrão poderia atravessar o corpo de um humano facilmente. O homem parou por um instante e olhou para a aranha com atenção. Tocou com sua mão nas costas dela, onde havia um imenso corte. Sorriu e disse:

-Golpe nas costas…já havia esquecido.- e continuou seu caminho. Depois de alguns minutos chegou onde desejava:

Os túneis acabavam, e davam entrada a um imenso salão, suas paredes de pedra traziam varias figuras grotescas de monstros matando e sacrifícios humanos. No meio do salão havia outras quatro aranhas gigantes, todas mortas, e encostado na parede de fundo do salão havia um trono, digno de um rei. Sentado neste trono estava um jovem que agora olhava com atenção o intruso que passara por seus túneis.

O jovem no trono não carregava armas, tinha uma capa presa em suas ombreiras, a únicas peças de armadura que usava. Seu peito nu mostrava uma impressionante tatuagem de uma serpente de fogo. Sua aparência revelava não mais de 20 estações vividas, mas seu olhar selvagem deixava claro que não deveria ser subestimado; antes que o intruso sequer terminar de entrar no salão. O dono do trono falou:

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